quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Como funciona o Coaching


Alguém já disse que “praticar o coaching é resolver alguns dos problemas da vida, não na teoria, mas na prática”. É algo com o qual concordamos plenamente.
 
As pessoas procuram auxílio profissional para resolverem problemas. Querem alcançar um resultado que não estão conseguindo obter sozinhas. Estão em busca de orientação,aconselhamento ou treinamento.
O coaching é uma dentre as várias opções disponíveis para este tipode ajuda. Está crescendo muito no mundo todo e se apresentando como uma nova escolha para as pessoas insatisfeitas ou resistentes à psicoterapia convencional. O processo nasceu nos Estados Unidos na década de 70 e expandiu-se por todo o planeta. Anualmente bilhões de dólares são investidos em coaching, tamanha é a sua relevância. Esta ferramenta é, sem dúvida, uma das maneiras mais eficazes para a realização pessoal e profissional que se conhece atualmente.
O coaching é realizado através de sessões individuais ou em grupo,que duram em torno de uma hora ou uma hora e trinta minutos cada. Em geral não são necessárias muitas sessões. Usamos em média, doze sessõesao longo de um ano. O coaching tende a ser breve. Algumas pessoas o consideram como uma das formas mais eficazes de terapia breve. São menos sessões e por isso costuma sair mais barato.
O processo de coaching lida com a vida do cliente em todas as suas dimensões. Geralmente há um assunto mais prioritário e imediato que será o foco coaching, como o emagrecimento, por exemplo. Porém, esta abordagem necessariamente irá se ampliar para outras áreas da vida do cliente, como por exemplo: saúde, relacionamentos, trabalho, carreira, aposentadoria, dinheiro, qualidade de vida, descanso, lazer, criação de filhos, dentre outros. Por isso é uma ferramenta de desenvolvimento pessoal.Uma citação atribuída a Buda diz que “o carpinteiro molda a madeira; os arqueiros moldam flechas; o sábio molda a si mesmo”. O coaching procura trazer à tona a sabedoria e os recursos que as pessoas já dispõem, mas talvez ainda não saibam ou não utilizem apropriadamente. Se elas precisam aprender novos recursos ou habilidades o coach as orienta e treina em busca da capacitação que necessitam.
O aprendizado utilizado no coaching vem de várias fontes. O importante é que o cliente encontre uma maneira de lidar com o mundo que funcione para si próprio. Para isto terá que aprender a reconhecer a estrutura de seus problemas e a refletir por conta própria. A autonomia é uma habilidade fundamental a ser desenvolvida durante o processo de coaching. O coach mostra os caminhos e dá os estímulos apropriados para que a pessoa pense e aja eficazmente por si mesma. O coach atua como um guia. O coach ajuda o cliente a reconhecer, entender e utilizar seus potenciais adormecidos ou negligenciados.
O coaching, como qualquer outro método, não é uma solução milagrosa. Ele não pode ser apresentado apenas como um conjunto de técnicas e ferramentas que irão automaticamente resolver os problemas e conflitos das pessoas. Coaching é um modo especial de relacionamento entre profissional e cliente. As pessoas precisam se envolver. O coach identifica, mostra caminhos e ensina como percorrê-los. Mas o coach não pode agir pelo cliente. É uma relação colaborativa e prática. A experiência, aplicação e treinamento dos aprendizados são fundamentais para o sucesso do coaching. Para aprender a andar de bicicleta não basta apenas que alguém lhe ensine a teoria. É preciso que você vá andar de bicicleta. As alternativas devem ser testadas na realidade prática do dia a dia. O coaching é muito orientado neste sentido. As coisas que são descobertas durante as sessões devem ser levadas para a vida da pessoa. Senão, de que adianta fazer o coaching, se não for para mudar?
Quase sempre, o cliente sai da sessão com um “para casa”. Coach e cliente trocam idéias e em conjunto decidem tarefas para serem colocadas em prática e testadas até a próxima sessão, quando serão discutidas as coisas que deram certo, as que não deram e o que deve ser ajustado. Não existem erros. Existem apenas informações, aprendizado e feed-back. Se alguém não fez uma tarefa ou algo programado, temos uma informação muito valiosa a respeito do seu processo. Porque ela não fez o que ela mesma decidiu? O que a impediu? Como isto aconteceu? O que ela fez, ao invés disto? Em geral, isto produz reflexões e conclusões importantes que são usadas para a discussão do processo como um todo. Com isto, as pessoas começam a entender os vários elementos que estão influindo nos seus resultados.
Obviamente, nem todo problema tem solução. Mas, mesmo que não haja “uma solução”, podemos descobrir maneiras mais adequadas para lidar com o problema.
Existem vários modelos e estilos de coaching. Não há padronização de um método geral, padrão ou único. Isto acontece em todas as linhas de terapias, que têm tantas diferenças quanto o número de terapeutas existentes. Um coach pode se basear em vários campos do saber e do conhecimento para formar o seu “arsenal” de técnicas e ferramentas.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Ressignificação – Que significado você dá aos fatos?


Na linguagem da psicologia moderna e da Programação Neurolinguística (PNL) ressignificação é a habilidade que temos de atribuir um significado positivo, satisfatório para um acontecimento que muito nos incomoda ou prejudica, de tal forma, que após resignificado, passamos a encará-lo com muita tranquilidade, chegando até mesmo a agradecer por essas “oportunidades de crescimento”.
Nos dicionários, ressignificar é revisar, buscar uma nova visão, aprofundar a visão atual, buscar novos pontos ainda não colhidos. Ressignificar é o encontro de reavaliação e inclusão de novos pontos de vista sobre um significado anterior.
Inconscientemente fazemos isso todos os dias. Por exemplo, quando achamos várias justificativas para assimilar a derrota de nosso time do coração, dizendo: “Ah, é até melhor mesmo não passar dessa fase, agora vamos ter que melhorar para os próximos campeonatos, revisar a estrutura do time”. Ou quando perdemos um cliente importante e imediatamente dizemos: “Precisamos aprender as lições e revisar o que fizemos para melhorar para os próximos processos”.
Partindo desses conceitos, dar um novo significado não está relacionado a ter uma imagem simplificada sobre um problema complexo. É importante que as situações complexas sejam entendidas e assimiladas, porém a proposta da ressignificação é perceber e se permitir visualizar outros pontos além daqueles tão fortemente destacados pela situação adversa. Se nos acostumarmos a perceber de forma diferente uma determinada situação, experimentando a sensação de olhar do lado de fora, como um expectador apenas, talvez salte aos olhos algumas nuances e possibilidades que jamais notaríamos. Possibilidades que, quanto estamos no olho do furacão, ficamos impedidos de enxergar.
Dar um novo significado aos fatos é uma boa estratégia para deixar o seu “Eu Criativo” entrar em ação e trazer à tona novas idéias, saídas, alternativas e formas diferentes de fazer as coisas ou resolver um problema complexo.
Quando se trata de situações pessoais adversas e tristes, buscar esse novo olhar nem sempre é fácil, pois verdadeiramente existem momentos em que nos sentimos em um abismo, mas, convido você a acreditar que, quando nos permitimos parar, respirar e olhar uma situação buscando novos pontos de vista e novos significados, o coração acalma, a alma se tranquiliza, as ideias começam a surgir em nossa cabeça e aquele abismo, incialmente sem saída, começa a se apresentar com algumas portas e janelas.
Ressignificar conscientemente, com foco, buscando novos aprendizados, novas alternativas e novas motivações para sair de uma situação complexa é um excelente forma de potencializar sua capacidade de superação em momentos adversos.
Fica a você o convite à reflexão: Que significado você dá aos fatos?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Por que contratar um Coach ?

As pessoas contratam um Coach quando precisam e querem alcançar alguma meta específica em sua vida pessoal, profissional ou familiar, ou qualquer que seja seu objetivo, precisa de resultados rápidos, porém, não está conseguindo por algum motivo.
Muitas vezes, desejos simples parecem impossíveis, como perder peso, aumentar o rendimento financeiro, salvar um relacionamento amoroso, conciliar todas as tarefas familiares e profissionais, entre várias outras metas que uma pessoa possa ter.
As pessoas ficam motivadas, tentam várias vezes, mas não conseguem alcançar o que realmente desejam. O que acontece é que todos nós temos nossas próprias limitações, e por isso não conseguimos encontrar os caminhos que realmente nos levarão a nossa realização pessoal.
O Coach é um especialista em comportamento humano que domina técnicas específicas para atuar com assertividade em qualquer que seja a situação. Ele vai conseguir com toda a experiência de um profissional habilitado ajudar você a crescer e melhorar as habilidades que você tem para que você alcance seus objetivos.
O Coach irá lhe ajudar a definir seus objetivos de maneira que você tenha realmente certeza do que deseja. Ele auxiliará você a montar todo o planejamento necessário para chegar onde você quer. Ele o ajudará a encontrar suas limitações e fazer com que elas não mais impeçam que seus objetivos sejam alcançados.
O processo de Coaching é realmente transformador, ele fará com que você se descubra novamente, pense em coisas que nunca tinha pensado antes e o principal, fará com que você veja todos os seus objetivos de uma maneira muito mais clara e factível.
As pessoas procuram um Coach quando querem:
- Romper alguns limites pessoais
- Ampliar suas realizações profissionais
- Mudar de carreira
- Conquistar uma maior qualidade de vida
- Abrir um novo negócio
- Obter mais realizações pessoais
- Ganhar mais dinheiro
- Emagrecer
- Parar de Fumar
- Ser mais feliz no amor
- Obter uma vida próspera, mais equlibrada e bem sucedida

Por que fazer Coaching?



Com o crescimento significativo do Brasil nos últimos anos, muitas empresas se depararam com dificuldades relacionadas à liderança, uma vez que muitos destes profissionais não estavam preparados para os riscos organizacionais gerados por esse progresso acelerado.
Não preparar os líderes de forma adequada, mantendo-os disfuncionais, pode gerar muitos problemas, como:
  • Insatisfação dos funcionários, o que prejudica o desenvolvimento da empresa e dos próprios colaboradores;
  • Confusão de atributos entre gestores (aqueles com capacidade para supervisionar e conduzir as equipes) e líderes (os que se responsabilizam pelo desenvolvimento dos funcionários e sabe usar suas competências para fazê-los evoluir);
  • Falha nas suas próprias atribuições de líder, como foco em resultados, controle de orçamentos e processos e acompanhamento de indicadores de desempenho, bem como postura transformadora, para influenciar o ambiente (externo e interno) e a cultura organizacional.
  • Não preparação dos principais executivos, para que esses tenham condições de tomar decisões estratégicas e assumir a liderança em iniciativas pontuais ou projetos.
Outro grave problema cada vez mais recorrente nas organizações é a dificuldade em identificar futuros líderes dentro de seu quadro de funcionários, o que pode ser observado em um Alpha Assessment. Vale frisar que essa “missão” não cabe só ao departamento de RH, mas também às lideranças da corporação.

Estatísticas:
  • De acordo com o estudo da consultoria Lens & Minarelli, feita em parceria com a Fundação Dom Cabral, uma nova contratação é um processo 15% mais caro do que investir em um funcionário atual;
  • A ampliação de 5% da satisfação dos funcionários se reverte no aumento de 1,3% da satisfação do cliente e de 0,5% do lucro;
  • Segundo pesquisas, se um participante não deliberar sobre o conteúdo apreendido em até uma semana, há menos de 25% de chances de ele aplicá-lo após esse período;
  • Novos hábitos devem ser criados durante as seis ou oito semanas seguintes ao treinamento, com risco de haver reincidência de até 100%, tanto do colaborador quanto da própria cultura organizacional;
  • Estima-se que as indústrias americanas gastam, anualmente, até US $ 100 bilhões em treinamento e desenvolvimento, mas apenas 10% destes gastos realmente resultam em transferência para o trabalho;
  • O desenvolvimento de liderança, que inclui a gestão/formação de supervisão e desenvolvimento de executivos, chegou à marca de US $ 12 bilhões nos EUA;
  • A motivação dentro da empresa é essencial para alcançar bons resultados, visto que colaboradores com baixos índices de motivação utilizam somente 8% de sua capacidade de produção, sendo que esse mesmo índice pode chegar a 60% ou mais, especialmente se estes colaboradores tiverem um coach;
  • Conforme pesquisa, 70% das empresas registram um turnover em torno de 25%, o que prova que focar na satisfação do colaborador é um importante diferencial.
  • Fonte: http://www.coachingalphas.com.br/por-que-contratar-o-coaching-alphas.html

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O COACHING APRESENTA ALGUMA BASE CIENTÍFICA?

O COACHING APRESENTA ALGUMA BASE CIENTÍFICA? 1
Por Edson Marques Oliveira
Coach pela Lambent do Brasil e certificado internacional pela ICC, doutor em Serviço Social pela Unesp-Franca-SP, Mestre em Serviço Social pela PUC-SP, e Assistente Social pela Faculdade Paulista de Serviço Social de SP, professor no curso de Serviço Social da Unioeste, campus de Toledo, membro do GEPEC e professor no curso de administração e coordenador do Núcleo de Responsabilidade Social da Fasul em Toledo-PR. Rua Zulmir Longhi, 121 Jd. Sta. Maria Toledo-PR, CEP: 95.903-180, telefone (45) 32782002 e 99350951, e-mail: emocoaching@yahoo.com.br,
PALAVRAS-CHAVE: coaching, cientificidade, Recursos Humanos
RESUMO
O coaching tem crescido espantosamente nos últimos anos, tanto no mundo como no Brasil, e se apresenta atualmente como uma ferramenta eficiente e eficaz nos processos de aprendizado, liderança e desenvolvimento humano e organizacional. Decorrente de sua ampla aplicação e expansão crescente, vemos que proporcionalmente surgem várias propostas, que procuram se diferenciar de outras abordagens, tais como: consultoria, terapia, aconselhamento e monitoramento, para citar as mais comuns. Ao aprofundar o estudo, bem como a prática do coaching, verificamos que não há uma preocupação quanto a um rigor científico em sua sistematização, o que pode sinalizar uma fragilidade e consistência em sua base e com isso se transformar em maias um modismo de gestão. Tal lacuna nos levou ao seguinte questionamento: o coaching apresenta alguma base cientifica? Com base nesta problematização empreendemos numa investigação preliminar e elaboramos a seguinte hipótese de trabalho: o coaching apesar de não ter uma proposta cientifica clara, apresenta uma base cientifica em seus procedimentos. Logo, efetuamos um estudo exploratório, tendo como referencia o conceito de cientificidade e comparando este referencial com algumas das atuais e principais abordagens de coaching. Com isso, pretendemos contribuir para uma melhor clareza quanto a formulação e compreensão cientifica do coaching como uma estratégia inovadora para o desenvolvimento humano e organizacional.
INTRODUÇÃO
No campo da gestão de pessoas surgem muitas propostas, algumas mirabolantes e com falsas promessas de milagres instantâneos. Muitas propostas são destituídas de um rigor cientifico e de um processo de sistematização adequados e necessários para que uma proposta vá além do modismo e do senso comum.
Neste sentido, verificamos que a busca pelo aprimoramento, tanto humano com organizacional esta na pauta do dia. Nesta busca o coaching se apresenta como uma das alternativas mais crescentes na atualidade. Proporcionalmente a este crescente interesse, surgem várias propostas. Ao estudar algumas destas propostas, bem como, exercer a pratica do coaching, nos surge algumas indagações, a principal é, “ o coaching apresenta alguma base científica? “
1 Originalmente artigo foi apresentando no III Seminário de Gestão da UNIFAE em Curitiba-PR em junho de 2007 e publicado nos anais do referido evento.
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Acreditamos ser de máxima importância tal investigação principalmente pelo recém surgimento do coaching e sua rápida expansão e sua capacidade de bons resultados, e o perigo que o mesmo corre em ser banalizado e se transformar em uma ação de senso comum. Neste sentido, e com a hipótese de que o coaching apresenta sim, bases cientificas, é que efetuamos o presente estudo, pretendendo abrir a discussão e a possibilidade de uma análise mais sistematizada sobre o assunto. Para tanto, apresentamos a seguir os seguintes pontos: a) a metodologia e desenvolvimento da investigação, b) os resultados deste estudo, c) as principais conclusões , e d) algumas recomendações sobre o processo de cientificidade do coaching.
METODOLOGIA
Trata-se de um estudo exploratório, tendo como problematização a existência ou não de bases cientificas no desenvolvimento do coaching. Para tanto elaboramos um quadro referencial teórico sobre o que é cientifico, bem como, um levantamento bibliografia específica sobre coaching, que permitiu elaborar um quadro teórico e referencial das principais propostas. Priorizamos as obras de maior projeção e que apresentaram elementos passivem de estudo comparativo entre o conceito e referencia do que é cientifico e das propostas de desenvolvimento do coaching. Tal estudo comparativo permitiu visualizar elementos mais sistematizados que poderiam comprovar ou não o nossa hipótese de trabalho.
RESULTADOS
A seguir apresentamos os principais resultados do estudo proposto, iniciando com a sistematização dos indicadores do que podemos chamar de cientificidade, o que é coaching e os principais fundamentos que permitiram elaborar um comparativo referencial para responder a problematização estabelecida.
O QUE É CIENTIFICO? : REFERENCIAIS EPISTEMOLOGICOS BASICOS
A palavra epistemologia tem origem no grego, “ epistéme”, que significa ciência, e “lógica” que significa estudo. Em sentido amplo, epistemologia tem o significado de “ Estudo crítico dos princípios, hipóteses, e resultados das ciências já constituídas, e que visa a determinar os fundamentos lógicos, o valor e o alcance objetivo delas; teoria da ciência.” (Dicionário Aurélio). Segundo BUNGE (1980) “ a Epistemologia, ou Filosofia da ciência, é o ramo da Filosofia quês estuda a investigação cientifica e seu produto, o conhecimento científico.”
Ainda segundo este autor, a epistemologia passou por vários processos até galgar o status de ciência, o mesmo propõe o que ele chama de critérios de utilidade de uma boa epistemologia, estes por sua vez representam os objetos de estudos da epistemologia, seriam eles: a) problemas lógicos, b) problemas semânticos, c) problemas gnosiológicos, d) problemas metodológicos, e) problemas ontológicos, problemas axiológicos, f) problemas éticos, g) problemas estéticos.
Com base nestes critérios e problemáticas o autor,propõe uma lista com os ramos a epistemologia, que seriam: a) Lógica da ciência; b) Semântica da ciência, c) Teoria do conhecimento cientifico, d) Metodologia da ciência, e) Ontologia da ciência, f) Axiologia da ciência, g) Ética da ciência, h) Estética da ciência.
Esta sistematização contribui para que ao analisar uma determinada disciplina, se tenha parâmetros efetivos e claros de como melhor analisar sua estruturação, o que passa pela compreensão de uma referencia básica, primeiro o que é ciência e segundo como se faz boa ciência o que sem dúvida hoje
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passa pela utilização do método cientifico. Vejamos mais detalhadamente estes pontos, que serviram de parâmetros e um quadro referencial de cientificidade.
UM NOVO OLHAR PARA O FAZER CIENCIA.
A ciência clássica, que desabrochou no bojo do século XVII, se configurou como uma ciência formal, sisuda, restritiva e legalista. Um tipo de ciência que até pouco tempo permeou (e tem permeado) a vida científica, cultural, educacional e social de nosso mundo. Um tipo de ciência que só considera o provável, o testado e o experimentado. Numa brilhante análise, CARVALHO (1995, p.7), define bem as principais críticas a respeito deste tipo de ciência, destacando os seguintes pontos: pretensão de padronização; restrição ao domínio cognitivo, excluindo a emoção, paixão, imaginação e a intenção; restrição à lógica do universal, negando como científico o particular, o acaso, fragmentado e o inédito, perspectiva determinística sobre a operacionalização de leis, regularidades, onde o improvável, o acaso e o imprevisível não tinham vez, pretensão de prever acontecimentos e controle. A limitação deste tipo de ciência, frente à complexidade do mundo atual é fortemente criticada por diversos segmentos. A este respeito, DEMO (1997, p.45), salienta o seguinte:
Parece cada vez mais consolidada a percepção de que a realidade apresenta- se como algo marcado pela imprecisão, não como defeito, mas como modo de ser. A idéia já anteriormente reconhecida de que o real é complexo foi consideravelmente ampliada para a idéia de que o real não é somente complexo, mas impreciso. A diferença está em que, antes, pensávamos que a complexidade servia mais da ordem da aparência, como quis, por exemplo, o estruturalismo francês (Levi- Strauss). Agora achamos que, por mais que possamos aprofundar a análise, decompondo a complexidade em seus componentes mínimos, o que encontramos não é algo simples, mas ao mesmo tempo complexo e impreciso.
Aqui reside o desafio de ao mesmo tempo não perder o rigor da sistematização do conhecimento cientifico sem engessar o processo da dinâmica deste conhecer cientifico, para tanto acreditamos que seja necessário considerar alguns elementos básicos: a) é organizada e sistemática; b) mas não restritiva é dogmática; c) é flexível, sensível e atenta ao improvável, ao inédito, uno e múltiplo da realidade; d) vê o complexo a partir de uma perspectiva integrada e articulada com o todo; e) procura desconstruir para simplificar e compreender; f) é plural e interdisciplinar; g) comporta o diálogo e o pensar com outros olhares; h) permite o conhecer contínuo, cria acessibilidade; i) produz e possibilita o planejamento e intervenção da realidade; j) é inovador e transformador na realidade, pois é aplicável, inteligível e operacional; k) é de importância vital à vida humano-social pois respeita a vida e a relação com a natureza e tudo que nela há; l) produz liberdade, democracia, cidadania e qualidade de vida.
Logo concordamos com OLIVEIRA (1997, p.18), que considera: “... qualquer assunto que possa ser estudado pelo homem, pela utilização do método científico e de outras regras especiais de pensamento pode ser chamado ciência”. (grifo nosso), e para tal é necessário conter: objetivo ou finalidade, função e objeto. Neste sentido, esta última afirmação nos leva a compreender que o método científico é a grande referência de cientificidade, não sendo mais como em seus primórdios, fechado, restrito e dogmático.
O MÉTODO CIENTÍFICO COMO PRINCIPAL REFERÊNCIA DE CIENTIFICIDADE.
Segundo BUNGE (1980, pg. 34) o método cientifico, “... não é, nem mais, nem menos, senão a maneira de fazer boa ciência.” E como apontamos anteriormente, este fazer boa ciência passa por uma
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visão mais ampla, mas que reside e não abre mão do rigor deste modo de fazer e operacionalizar o fazer cientifico.
Ainda sobre esta perspectiva, BUNGE (1980, p. 34) destaque que o método pode passar por várias alterações e aperfeiçoamentos, mas o seu sentido é o mesmo, ou seja, “ Um método é um procedimento regular, explicito e possível de ser repetido para conseguir-se alguma coisa, seja material ou conceitual.” Logo, o fazer cientifico utiliza-se de um modo especifico de operacionalizar esta atividade, denominada de investigação científica que por sua vez é operacionalizada pelo método científicos e técnicas especificas. Por investigação cientifica, BUNGE (1980, p.25) aponta que o mesmo, ao utilizar o método cientifico apresenta certas etapas, a saber: a) descobrimento do problema; b) colocação precisa do problema, c) procura de conhecimentos ou instrumentos relevantes ao problema; d) Tentativa de solução do problema com auxilio dos meios identificados; e) invenção de novas idéias; f) obtenção de uma solução; g) investigação das conseqüências da solução obtida; h) Prova (comprovação) da solução; i) Correção das hipóteses.
Estas etapas são utilizadas em vários tipos de pesquisas, que não iremos alongar esta apresentação por não ser o foco de nosso estudo, mas é necessário citar que as pesquisas podem ser de ordem: pura e aplicada. A primeira de caráter teórico, que procura explicar conceitos, e a segunda de caráter prático, que procura medir e trabalhar elementos empíricos para resolver problemas ou questões mais relevantes.
No entanto cabe ressaltar que, tanto a primeira como a segunda devem se pautar pelo uso carreto do método cientifica, que hoje é o grande referencial de cientificidade, e que possibilita maior clareza para que cada pessoa possa chegar a conclusões mais seguras ou confiáveis, com afirma LAVILLE; DIONNE (1999, p. 46) “... desse modo, cada um poderá julgar os saberes produzidos e sua credibilidade. Essa operação de objetivação, como a concentração em um problema, está hoje no centro do método científico” [grifo nosso].
Acreditamos pela própria experiência que este método permite uma ação e uma abordagem objetiva, e que não trabalha com um olhar já determinado, ou seja, procura levantar dados da realidade e escutar, compreender, decifrar o que estes têm a dizer. Não entramos na investigação com um olhar já enviesado, colocando e entendendo o fenômeno estudo já com um pré-conceito; mas, ao contrário, procura considerar as múltiplas variáveis e os elementos levantados. Com isso não estamos afirmando a neutralidade, fator esse positivista e colocado em cheque, pois todo o olhar, e todo o observar já traz em si um modo e uma forma de ver e entender, não há neutralidade, mas todo pesquisador precisa se posicionar de forma mais profissional e adequada quando está investigando, caso contrário toda a pesquisa será contaminada, ou seja, ao invés de neutralidade acreditamos que o método científico propicia e possibilita uma disciplina mental onde o pensamento se ordene mais adequadamente. Os autores, na obra referida, apresentam um esquema operacional do método científico que, de forma resumida, apresentamos a seguir.
Figura – 1: Esquema gráfico do método científico
A) Propor e definir um problema
Fonte: elaborado pelo autor a partir de Lavine e Dionne (1999, p. 47).
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Cada etapa tem uma série de procedimentos. Vejamos quais são as suas respectivas operações.
a) Propor e definir um problema: o propósito desta etapa é ter clareza de que se está realmente investigando algo, que mereça de fato o esforço de uma investigação científica. Desta forma, a formulação do problema deve apresentar as seguintes características: 1) conscientização de um problema; 2) tornar este problema significativo e delimitá-lo; 3) formular este problema delimitado em forma de uma pergunta.
b) Elaborar uma hipótese: para os autores, hipótese é a passagem da formulação de um problema percebido pessoal e sensivelmente em relação ao contexto vivido pelo pesquisador e que, a partir de aproximações através da leitura e comparações iniciais do problema, chega-se a uma pergunta mais madura e efetiva, racional quanto à possível solução do problema delimitado. O mesmo é provisório, mais como um fator orientador do que pré-resposta ou conhecimento a priori. Para tanto, é preciso que este processo apresente as seguintes ações: 1) analisar os dados disponíveis; 2) formular a hipótese tendo consciência de sua natureza provisória; 3) prever suas implicações lógicas. Neste último item, “prever” não tem a conotação de prever conforme no modelo clássico de ciência, mas no sentido de exercitar a imaginação como fator construtivo de proposição provisória de construção da solução possível ao problema apresentado.
c) Verificar a hipótese: após estabelecer a hipótese em forma de pergunta, fato que surge a partir da delimitação do problema, da aproximação do objetivo que vem da revisão da literatura e dos dados preliminares, passamos para a etapa da verificação, da confirmação ou não da hipótese. Tal procedimento é pertinente e permite um caminhar investigativo ordenado, onde a formulação das conclusões tem apoio e referência, não só teórica, mas lógica. Ao elaborar uma resposta provisória, ao verificar, olhar, escutar e interpretar o que os dados da realidade têm a dizer, poderemos fazer o exercício de confirmar ou não a hipótese estabelecida. Apresentar os elementos constitutivos deste processo investigativo de forma objetiva, direta, clara, aprofundada e fundamentada. Para tanto, esta etapa requer: 1) decidir sobre novos dados necessários; 2) recolhê-los; analisar, avaliar e interpretar os dados em relação à hipótese estabelecida.
d) Concluir: por fim, a verificação possibilitará a inferência de vários dados que permitiram proceder com as seguintes ações: 1) invalidar, confirmar ou modificar a hipótese; 2) traçar um esquema de explicação significativo; 3) quando possível, generalizar e concluir e acrescentamos outro elemento de vital importância nesta etapa; 4) possibilita elaborar proposições de melhor aplicação das informações e conhecimentos construídos no processo investigativo, possibilitando elucidar ações que poderão servir para intervenção e transformação da realidade.
Este método também permite perceber o processo de transformação de dados em informação e de informação em conhecimento, o que favorece a tomada de decisões. O mesmo parte sempre de uma fonte, (problema/problematização) dela extrai os dados, (estes) os quais por sua vez sofreram um tratamento organizativo, que dará a eles forma e sentido, gerando uma certa quantidade de informações que, devidamente tratadas, possibilitarão a construção de um determinado conhecimento.
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Dessa forma, é possível elaborar um processo de transformação de dados em informação, informação em conhecimento, o qual poderá permitir a tomada de decisão quanto ao (que fazer com tal conhecimento.) uso que se possa fazer dele.
Isso irá gerar novos dados, novas informações e novos conhecimentos e novas ações. Estes processos buscam, nas fases de tratamento e transformação de dados para informação e informação para conhecimento, estabelecer a compreensão dos mesmos face a um contexto mais amplo, o que permite ler e compreender a realidade de forma multifacetada e, portanto, em suas múltiplas determinações, internas e externas do fenômeno estudado, abraçando tanto elementos objetivos como subjetivos, unos e múltiplos, simples e complexos.
A partir desta compreensão quanto à caracterização do que seja científico na atualidade, podemos ter um parâmetro e referencial quanto ao que possa ser considerado científico, no caso em foco o processo de abordagem do coaching, e a aplicação do método clínico no coaching, o que passamos a apresentar com mais detalhes a seguir.
COACHING – ATUAL CONFIGURAÇÃO E PRINCIPAIS FUNDAMENTOS
A palavra Coaching é de origem inglesa que significa treinamento. No entanto, atualmente, Coaching é entendido como um processo de orientação voltado para a ação, um processo que ajuda a pessoa a mudar, da maneira que ela quer e a caminhar na direção que desejar.
Neste sentido, Coaching é o processo de desenvolvimento de competências. Competência é entendida como a capacidade de agir, de realizar ações em direção a um objetivo, metas e desejos. É um processo de investigação e reflexão, de descoberta pessoal de fraquezas e qualidades, de aumento da consciência de si e da capacidade de responsabilizar-se pela própria vida com estrutura e foco.
Outro termo muito utilizado nesta área é o Coach, que literalmente significa "técnico" em inglês, e é o profissional especializado no processo de desenvolvimento do coaching. É o coach que conduz e facilita o processo, levando o cliente a refletir, chegar a conclusões, definir ações e, principalmente, agir em direção a seus objetivos, metas e desejos.
Curiosamente, a palavra coach, em inglês medieval significa também um veículo utilizado para transportar pessoas de um lugar a outro, o que em certa medida é o que o Coach faz na relação com seu cliente, ou seja, transporta seu cliente de um estado presente para um estado desejado. Cliente é a pessoa ou organização que solicita os serviços de coaching. O cliente também recebe a denominação de coachee. Historicamente, grande parte dos estudiosos apontam que o coaching surge em meados dos anos de 1970 no meio esportivo, em específico no Tênis, e posteriormente esta lógica foi adaptada para o campo corporativo, dando as bases para outras abordagens.
Segundo a Federação Internacional de Coaching (ICF-International Coach Federation), que é uma referência mundial no assunto, define coaching da seguinte forma: “O Coaching Profissional é um relacionamento continuado de alto nível que auxilia as pessoas a produzirem resultados extraordinários em suas vidas, carreiras, negócios ou organizações. Através dele, os clientes aprofundam seus conhecimentos, aumentam sua performance e aprimoram sua qualidade de vida. A cada reunião o cliente escolhe o foco da conversa, enquanto o coach escuta e contribui com observações e perguntas.” (Cf. www.coachingfederation.org).
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Existem vários tipos de coaching, os mais divulgados na atualidade são: 1) Coaching Executivo, que trabalha os aspectos de liderança e motivação de equipes para executivos e chefias intermediárias; 2) Coaching Empresarial, que foca as ações de desenvolvimento de equipes na busca de resultados e metas objetivas de desempenho profissional e produtividade; 3) Coaching Pessoal ou de vida, que procura focar o problema e insatisfação presente, clarear as possíveis alternativas de intervenção e estabelecer metas precisas e os meios para alcançar essas metas e resultados efetivos, melhorando a qualidade de vida e satisfação pessoal, 4) Coaching de carreira, que ajuda a planejar a mudança de atividade, novos rumos da carreira ou na escolha de uma nova ou da primeira carreira.
O principal papel do coaching é: 1) ajudar a mostrar as condições da atual estrada (vida) em que o cliente está andando; 2) aponta opções e ajuda a tomar uma nova estrada que seja de seu desejo e interesse; 3) auxilia e apóia o cliente a persistir na busca de mudança e alcançar suas metas. Ainda segundo a (FIC), a responsabilidade do coach consiste em: 1)Descobrir, esclarecer e alinhar-se ao que o cliente deseja atingir; 2) Encorajar o auto-conhecimento e as descobertas do cliente sobre si mesmo e suas capacidades; 2) Extrair as estratégias e soluções desenvolvidas pelo próprio cliente; 3) Manter a responsabilidade do cliente pelo processo e acompanhá-lo com seriedade.
O coaching, não deve ser confundido com outras abordagens, principalmente com terapia. Essa, por sua vez, procura entender o problema do paciente buscando no passado as razões de seus conflitos e dilemas. Já o coaching, foca o presente e estabelece estratégia para o futuro, e dá ênfase em clarear objetivamente as metas e os meios de mudança. Logo, a terapia enfatiza a busca do “por quê”, o coaching, enfatiza “o quê”, o cliente quer, “como” ele pode chagar lá, e “quando” ele quer alcançar esta meta. O coach (treinador) deve ser um profissional preparado principalmente quanto às habilidades de observar, ouvir e orientar, pois as respostas não são dadas por ele, mas pelo cliente. O coach é somente um facilitador, e para tanto utiliza várias ferramentas e estratégias para dar (feedback´s) feedbacks (retornos) significativos e auxilia seu cliente rumo ao sucesso, o que significa alcançar seu desejo e realizar seu sonho para ter uma melhor qualidade de vida. O que se pode constatar é que, metodologicamente, o coaching apresenta uma estrutura básica, mas não (se fecha) fechada, permitindo a partir desta estrutura híbrida adaptar várias formas de abordagens, tanto para pessoas como para grupos e organizações. Por isso se verifica uma gama considerável de tipos e abordagens teóricas de coaching, entre os quais destacamos, coaching com PNL (LANGES, O´CONNOR, 2004), coaching como orientação e treinamento (PORCHÉ, NIEDERER, 2002); coaching integral (SHERVINGTON, 2005), coaching e liderança (DI STÉFANO, 2005; GOLDSMITH, LYONS e FREAS, 2003). Todas essas abordagens apresentam uma estrutura e uma base metodológica que pode ser expressa e resumida da seguinte forma:
1. Atender o cliente em suas necessidades, explicar e esclarecer o processo de coaching e estabelecer um vínculo de confiança entre coach e cliente;
2. Administrar as expectativas, ser objetivo quando ao processo;
3. Avaliar o cliente, obter informações sobre ele;
4. Descobrir a preocupação imediata do cliente, seu estado atual;
5. Desenhar a aliança e comprometimento de trabalho entre cliente e coach;
6. Objetivar os aspectos práticos do processo de coaching, modo de trabalho (sessões, honorários, tempo, prazo, etc.);
7. Estabelecer metas exeqüíveis, estado desejado e sonho a ser realizado;
8. Elaborar um plano de ação a partir das metas e objetivos claros;
9. Elencar as tarefas que deverão ser realizadas durante as sessões até alcançar as metas e objetivos delineados;
8
10. Monitorar, avaliar, corrigir e realizar a passagem e consolidação entre estado atual, início do coaching, e estado desejado/sonhado/alcançado e com isso realizar o término do processo.
Em cada fase desse processo, são usadas várias técnicas que visam principalmente:
a) clarear as reais necessidades e problemas do cliente:
b) identificar se a situação apresentada é para ser tratada no coaching ou em outra modalidade, tipo terapia;
c) saber fazer escolhas, estabelecer prioridades, tomar decisões;
d) avaliar posições atuais, pontos fortes e fracos, e impacto das decisões;
e) estabelecer ações que sejam pertinentes e elaborar metas e estratégias adequadas a cada problema delimitado.
Uma das obras mais significativas e com uma ampla gama de técnicas é o trabalho de LANGE E O´CONNOR,(2004) que através da PNL, (Programação Neurolinguistica), uma teoria da comunicação não verbal, que usa os conhecimentos da área da neurologia, que estuda o como a nossa mente produz o pensamento, da lingüística, que estuda a forma como usamos a linguagem e como ela nos afeta, e a programação, que estuda o como organizamos nossas ações para alcançar nossas metas.
Com isso, a PNL procura efetuar uma interpretação da comunicação não convencional do ser humano em suas várias interações no sistema humano. Neste processo são exigidas algumas habilidades fundamentais, entre elas: saber ouvir, saber observar, correlacionar, saber perguntar, dar feedback, visão estratégica, capacidade de organização, e principalmente saber estabelecer uma relação de confiança entre o coach e seu cliente, o que é denomina de rapport.
A atividade de coaching está pautada em alguns pressupostos, dos quais destacamos os principais: a) todas as pessoas têm os recursos que precisam ou podem adquiri-los; b) as pessoas optam pela melhor opção possível naquele instante; c) o comportamento humano é premeditado; d) a mudança só ocorre pela ação; e) o coach é um facilitador, quem de fato produz resultado é o cliente; f) a mudança pressupõe trabalhar três grandes áreas: metas objetivas, ou seja, focar o que o cliente quer e como alcançar; valores, saber o que é mais importante e valioso para o cliente; crenças, eliminar opiniões limitantes e fornecer novas crenças de crescimento através de feedback positivo; g) as mudanças e resultados de desenvolvimento ocorrem por processos de aprendizado; h) o processo de coaching é relacionado aos processos de interação, comunicação e relacionamentos humanos; i) o cliente tem um modo de ler a realidade e esse modo é definidor da amplitude ou não das ações de mudança; j) O cliente é um ser complexo que está inserido num contexto paradoxal, logo a visão do mesmo deve ser abrangente e holística.
Esta exigência faz com que a recorrência ao paradigma e pensamento sistêmico, seja uma constante, pois essa perspectiva se apresenta como uma lógica que altera o modo binário de raciocínio linear de causa e efeito, que se caracteriza por uma relação de antagonismos. A perspectiva sistêmica, favorece um novo olhar e abre novas frentes de leitura da realidade. Segundo KOURILSKY-BELLIARD ( 2004, p.76) , “ O modelo sistêmico centra-se nas interações dos elementos de um sistema, ao invés de em seus elementos isolados [...] dedica-se à leitura de suas interações e de suas conexões múltiplas.”
Trata-se de uma lógica conectiva que privilegia a multiplicação, inclusão e a combinação de variáveis que fazem parte de um mesmo sistema. Neste sentido, essa perspectiva é adequada ao processo de coaching principalmente por sua preocupação não analítica disjuntiva, mas por sua preocupação inclusiva e conectiva, o que permite dar maior ênfase no aqui e agora, e não no passado, tem a visão no
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presente com interesse em mudar o futuro, ou seja, “... o futuro também orienta o presente que, por sua vez, prepara o futuro e modifica nossa visão do passado” (idem, p. 92).
No Brasil existem vários cursos, destaque para o curso oferecido pela Lambent do Brasil, que é parceira da ICC, Comunidade Internacional de Coaching (Cf. www.lambentdobrasil.com.br). Decorrente a complexidade da própria vida, e seus inúmeros desafios, esse serviço e modalidade está em pleno crescimento, apresentando-se na atualidade como uma ferramenta e um processo alternativo e rico para melhoria da qualidade de vida das pessoas que procuram esse tipo de serviço e do maior desempenho das organizações. Segundo dados do site olacoach (Cf. www.olacoach.com/noticias), uma pesquisa realizada nos Estados Unidos em 2001 junto à “ Fortune 500” , lista das empresas mais bem sucedidas dos E.U.A que utilizaram o coaching, revelam alguns dados e resultados interessantes, vejamos alguns.
• Incremento em 53% em sua produtividade;
• Melhora no atendimento ao cliente em 39%;
• Redução de custos em 23%;
• Além de melhorar o trabalho em equipe, gerenciamento dos lideres, redução de conflitos e no relacionamento com os clientes.
Outro levantamento sobre o perfil mundial dos coachees realizado pela Federação Internacional de Coaching em 2004 (Cf. www.coachfederation.org) apresenta um mapa e caracterização dos profissionais e de suas atividades, ressaltamos as seguintes:
• 65% são profissionais norte-americanos, principalmente das regiões de Califórnia, New York, Washinton, Virginia e Texas;
• De outros paises em proporção menor, temos: 26% Canadá, 26% Reino Unido, 15% Austrália, 4% França, 3% Alemanha e Espanha com 1,6%.
• É uma profissão jovem, 72% atuam na área há 5 anos ou menos;
• A origem dos profissionais: 41% consultores, 30% executivos, 31% diretores, 16% professores, 13% conselheiros, 14% vendedores;
• A duração das sessões de coaching é de 30 minutos a 1 hora, para 85% e mais de uma hora para 11%;
• Método principal de atendimento: 63% telefone e 34% pessoalmente;
• A forma de divulgar os serviços de coaching varia entre: 39% seminários e palestras cobradas; 30% página na web; 30% apresentações gratuitas; 25% seminários e palestras gratuitas, 25% apresentações pagas; 22% publicações de artigos; 16% publicidade;
• A cobrança dos serviços é diversificada, em US$/hora: 27% cobram de 100 a 149 , 19% de 150 a 199; 16% de 200 a 299 e 14% de 75 a 99;
• Perfil de clientes: 88% adultos em geral; 74% mulheres; 47% diretores, 46% executivos.
Tais dados mostram o poder de influência e impacto do coaching, que se apresenta na atualidade como uma das ferramentas de desenvolvimento humano e organizacional mais efetivos, pois apresenta resultados imediatos e permanentes, por trabalhar na perspectiva do aprendizado contínuo e do empedramento dos sujeitos, fazendo com que em cada sessão, seja individual ou grupal, sejam absorvidas novas habilidades e competências que são aplicadas no cotidiano das pessoas e das organizações. A seguir, veremos alguns elementos de cientificidade e comparar com alguns elementos
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do processo de coaching, apresentados num quadro comparativo, o que nos ajudará a fazer a análise proposta.
COACHING - UMA ANÁLISE COMPARATIVA DE ASPECTOS CIENTIFICOS
A fim de facilitar nossa análise, elaboramos um quadro analítico-comparativo entre o referencial científico através dos elementos do método cientifico, das etapas de uma investigação cientifica e da estrutura de algumas abordagens de coaching a fim de identificar se existe ou não base cientifica no processo de desenvolvimento do coaching.
Para a análise, elaboramos nove colunas, cada uma com um indicador de analise, sendo que a coluna 1 e 2 são referenciais para as demais, ou seja, da coluna 3 a 9 são estruturas metodológicas do processo de coaching de vários autores. Como já sinalizado uma análise epistemológica poderia ter vários parâmetros, no entanto estamos privilegiando um aspecto, que consideramos de maior importância, o metodológica. Tal recorte se deve-se à nossa hipótese inicial, ou seja, “ o coaching apresenta alguma base cientifica”, e como vimos, um dos fatores de maior referencia de cientificidade é o método e as etapas de investigação, logo, a coluna 1 e 2 são referenciais para as demais. Com isso não queremos criar uma análise linear, mas dar parâmetros mais concretos de avaliação de cientificidade, como melhor pode ser observado no quadro – 01.
QUADRO 1: ANÁLISE COMPARATIVA DOS ASPECTOS DE CIENTIFICIDADE DO COACHING

 1
Método
Científico
2
Etapas da investigação
3
Coaching
Com PNL *
4
Modelo Erickson College, Canada **
5
Roteiro de Coaching ***
6
Coaching Performance
****
7
Coaching em seis passos
*****
8
Coaching de Alavancagem
******
9
Coaching Integral
*******
Problema
a) descobrimento do problema; b) colocação precisa do problema,
Rapport
O que você quer
Relacionamento
Objetivo/Meta
Pense sobre o pensamento
Domine seu universo
Processo de coaching
Hipótese
c) procura de conhecimentos ou instrumentos relevantes ao problema;
Questão imediata
Com você pode conseguir isso
Contrato por resultados
Realidade
Abrir os ouvidos
Administre seus dons
Quatro Quandrantes
Verificação
d) Tentativa de solução do problema com auxilio dos meios identificados; e) invenção de novas idéias; f) obtenção de uma solução; g) investigação das conseqüências
Objetivos, valores, crenças
O que pode impedi-lo
Ação
Alternativas
Seja objetivo ao falar
Satisfaça suas necessidades
Linhas de desenvolvimento

Fonte: Elaborado pelo autor em dezembro de 2006 a partir das seguintes obras:
(*) LAGES; O´CONNOR (2004, p. 89)
(**) DINIZ (2005, p. 86)
(***) PORCHE; NIEDERER (2002, p. 24)
(****) WHITMORE (2006, p.54)
(*****) ROCK (2006, p.26)
(******) BLANCHARD; HOMAN ( 2006, p. 29)
(*******) SHERVINGTON, 2005, p.10)
AS PRINCIPAIS CONCLUSÕES
Iniciamos nossa investigação com a seguinte problematização: o coaching tem alguma base cientifica. Tendo como principal hipótese de trabalho: sim, o coaching apresenta aspectos de cientificidade, e como forma de verificação em seguida, elaboramos um quadro referencial comparativo de elementos epistemológicos de cientificidade e um outro com os principais elementos de fundamentação do coaching a partir da seleção de algumas obras de maior relevância, o que permitiu inferir vários elementos de vital importância, a saber:
a) A principal é a constatação de que a hipótese inicial foi comprovada em grande medida, mas não em sua totalidade, pois de forma implícita o processo de coaching apresenta muitos elementos da abordagem cientifica, como mostramos no quadro analítico-comparativo, no entanto ainda não apresenta uma consistência maior em seu arcabouço teórico e a metodologia ainda esta em construção, apesar de apresentar um certo padrão entre as várias abordagens existentes;
b) A segunda constatação é que estes fatos levam a considerar que o coaching pode ser como uma arte e como uma ciência do desenvolvimento humano e organizacional do século XXI;
c) Exemplificando a afirmação anterior, o jornalista Schwartz, num artigo intitulado “Bach, Einstein e o novo trabalho” (Cf. www.aprendiz.org.br), apresenta as seguintes distinções, que nos auxiliam a compreender a nossa afirmação sobre o coaching ser uma arte e ser uma ciência. Segundo esse autor, Einstein representaria a ciência, pois descobriu uma das mais brilhantes e importantes teorias, a da relatividade. No entanto, se Einstein não tivesse feito esta descoberta, com certeza outros cientistas a teriam descoberto, pois os avanços científicos e tecnológicos estavam levando para esta direção. Bach foi um dos maiores músicos e compositores da música clássica, representa a arte, e segundo Schwartz, se Bach não tivesse existido, sua obra também não teria sido conhecida, pois a obra o talento de Bach são únicos.
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d) Logo, verificamos que todas as definições de coaching centram seu entendimento no fator humano, na habilidade e competência do agir criativo, inovador, fator esse da própria natureza humana, que diferentemente dos outros animais que têm em seus corpos a determinação de um código genético determinado ao nascer, viver e morrer, pelo contrário o ser humano é o único capaz de dizer não à sua proporia trajetória.
e) Esta capacidade o torna ao mesmo tempo o artista de sua própria vida, onde e a partir de suas qualidades, criatividade e inovação pode dar um toque todo especial ao que faz. O mais fascinante é que uma mesma atividade e processo podem ser repetidos por várias pessoas, mas cada um dará o seu toque, a sua marca, a sua assinatura neste ato de fazer, processar, construir.
f) Essa dimensão e característica são encontradas no coaching, pois as atividades podem ser feitas por qualquer pessoa que se propõe a estudar, se qualificar, mas nada será igual, idêntico, pois cada homem e mulher têm o seu jeito de ser, de fazer.Como procuramos mostrar, o coaching apresenta uma estrutura básica flexível que permite esse toque humano que só a arte, que é típica característica do ser humano, possibilita surgir e fazer diferença.
g) A dimensão da ciência é aqui entendida em seu sentido estrito, forma de conhecer, de saber, de racionalizar o ato de apropriação do real e não necessariamente no sentido amplo, ciência como um conjunto de métodos e técnicas próprias e que compõem as áreas do saber humano, em outras palavras e como já apresentamos, um fazer científico moderno, aberto, plural, flexível, fundamentado, mas que pode ser replicado por outras pessoas, na medida em que há disposição para o estudo e aprimoramento intelectual e técnico. Isto fica mais claro quando observamos em nosso quadro os seguintes pontos de maior evidência: 1) Os itens 5,6 e 7 apresentam os componentes essenciais do método científico, mesmo apresentando nomenclaturas diferentes; 2) O início do processo de cada proposta, sempre é com uma problemática ou questão de maior importância, o que equivale à problematização ou problema do método cientifico; 3) O propósito é sempre clarear os fatos e objetivar as ações, o que faz parte da natureza do método cientifico e da investigação cientifica; 4) Apresenta-se como um processo constante de aferição, indagação, e profunda reflexão sobre a realidade como fator base de trabalho para elaboração de ações efetivas de intervenção e mudança; 5) A verificação está nitidamente explicitada nos processos, e o uso de várias técnicas para sua realização, fator esse de maior importância para a clareza de decisões que serão tomadas, o que só pode ocorrer quando se opera o processamento e geração de dados em informação, e informação em conhecimento, típico do método cientifico; 6) Em linhas gerais, podemos constatar a presença da cientificidade e dos quatro momentos do método cientifico, através do principal instrumento do coaching que são as perguntas, em específico as seguintes: O que (problema e hipótese), como (verificação) e quando (conclusão).
Neste sentido o coaching se caracteriza como sendo uma ciência e uma arte, pois para dar vida e materialidade a uma idéia, é preciso dominar conhecimentos específicos e ter um arcabouço de conhecimentos e técnicas, típicos da abordagem cientifica, que não só viabilizem, mas também façam isso sem cair no tecnicismo e na frieza do fazer pelo fazer, mas sentir, com clareza do que se quer alcançar, impactar e para isso cabe bem a paixão, o amor, a intuição, a inspiração, coisa que só encontramos na arte. Sendo que ciência no sentido estrito, ação sistematizada de produzir conhecimento, o que leva ao entendimento do coaching ser em termos de abordagem uma ciência do desenvolvimento humano e organização que privilegiam o empoderamento e autonomia dos sujeitos
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participantes do processo, gerando resultados concretos, práticos e de aceleração de aprendizado para mudança com comprometimento e auto-confiança.
BIBLIOGRAFIA
BLANCHARD, Scott e HOMAN, Madaleine. Alavanque seu potencial Rio de Janeiro: Ed. Samuel Z,. 2006
CARVALHO, Alba Maria Pinho. O desafio contemporâneo de fazer ciência: em busca de novos caminhos/descaminhos da razão. Revista Serviço Social e Sociedade nº 48 , ano XVI, agosto, p.5-35. São Paulo: Cortez, 1995.
DAVID, Rock Liderança Tranqüila: não diga aos outros o que fazer Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2006
DEMO, Pedro. Conhecimento moderno: sobre ética e intervenção do conhecimento. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.
DI STÉFANO, Rhandy. O líder-coaching: líderes criando líderes Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005;
DINIZ, Arthur Líder do Futuro: a transformação em líder coach São Paulo: Arthur Diniz, 2005
GOLDSMITH, Marshall; LYONS, Laurence e FREAS, Alyssa. Coaching: o exercício da liderança Rio de Janeiro: Elsevier:DBM, 2003.
KOURILSKY-BELLIARD, Françoise Do desejo ao prazer de mudar: compreender e provocar a mudança São Paulo: Manole, 2004
LANGES, Andréia; O´CONNOR, Joseph Coaching com PNL Rio de Janeiro: Qualitymark, 2004
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisa, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira, 1997.
PORCHÉ, Germane; NIEDERER, Jed. Coaching: o apoio que faz as pessoas brilharem Rio de Janeiro: Elsevier, 2002
SHERVINGTON, Martin Coaching Integral: além do desenvolvimento pessoal Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005
VASCONCELLOS, Maria José Pensamento sistêmico: o novo paradigma da ciência São Paulo: Papirus, 2002
WHITMORE, John Coaching para performance: aprimorando pessoas, desempenho e resultados Rio de Janeiro: Ed. QualityMark, 2006

Benefícios da fruta NONI


A Fruta Noni
A planta Noni cresce nas ilhas virgens da Panama. Ocupa um lugar único entre as maravilhas da natureza. O fruto maduro de Noni tem aproximadamente o tamanho de um tomate. Além das propriedades nutritivas jamais vistas em outra fruta, utilizou-se ao longo dos séculos como um alimento puro em épocas de fome. Seus efeitos nutritivos despertaram o interesse em muitos profissionais da área de saúde, inclusive do respeitado Dr. Neil Solomon, Ph.D., que pessoalmente vem pesquisando todos os benefícios à Saúde Humana do consumo regular do Suco Natural da Fruta Noni.


"Como é possível que o Suco de Noni tenha ajudado a tanta gente em tantas situações diferentes? Qual seria o segredo? Cheguei à conclusão de que uma média de 78% de mais de 15.000 pessoas que tomaram Suco de Noni regularmente, com acompanhamento científico, beneficiaram-se de alguma forma, desde uma simples dor de cabeça até as doenças mais graves do mundo moderno." Dr Neil Solomon foi prestigiado com o prêmio Schwentkner, por sua excelência em pesquisa.
O Noni contém muitos alcalóides que ajudam ao corpo humano a regenerar as cédulas danificadas e a incrementar as defesas do mesmo, de forma natural.
ENTENDENDO PORQUE FUNCIONA E FAZ BEM À SAÚDE
Ao dividir os muitos usos do Suco de Noni e as descobertas científicas e o como e o porque podemos nos beneficiar com o rico suplemento de xeronina, nós estamos dando uma grande contribuição para o objetivo de termos um mundo mais saudável.

• Dá suporte ao sistema imunológico
• Melhora o bem estar
• Melhora a digestão
• Reduz inflamações
• É um antioxidante efetivo

Existe um espaço específico em certas proteínas que as permitem assimilarem a xeronina. Muitas destas proteínas não são capazes de realizar nenhuma de suas funções sem a xeronina.

Nem todas as proteínas precisam da xeronina para funcionar, mas muitas proteínas vitais que agem como hormônios, anticorpos e enzimas precisam da xeronina. A xeronina torna possível para as proteínas executarem suas funções, responsabilidades.
• Elas dão estrutura ao cabelo, pele e ossos. Proteínas permitem, viabilizam a maior parte da estrutura do corpo, até mesmo a própria célula.
• Elas permitem o transporte de substâncias, ligando-se a importantes nutrientes permitindo-lhes que passem pela membrana celular.
• Proteínas também agem como hormônios no corpo. E com esta capacidade elas coordenam todo o processo do corpo a nível molecular.
• elas agem como anticorpos para dar suporte ao sistema imunológico. Os anticorpos atacam os invasores destrutivos, (como também os vírus), e os incapacitam.

Quando nós bebemos o suco de fruta de Noni, a Proxeronina passa pelo nosso aparelho digestório e intestinal, onde é absorvido e, em seguida, armazenado no fígado. O fígado é o principal lugar de estocagem da proxeronina. A cada 8 horas, deveria liberar uma certa quantidade desta Proxeronina na corrente sanguínea, onde seria convertida em Xeronina (substância assimilada pelas proteínas). Através da corrente sanguínea ela é então transportada para todos os tecidos do corpo. O segundo maior lugar de armazenamento é a pele. A proxeronina é transformada em xeronina em todo o corpo, incluindo a pele. E uma considerável quantidade de proxeronina é necessária para manter uma pele, couro cabeludo e cabelo saudáveis. Ao usar os produtos de cuidados da pele e cabelo contendo proxeronina, quaisquer condições de pele, couro cabeludo ou cabelo, apresentam uma melhora muito boa. Nós descrevemos somente algumas aplicações de uma extensa lista das quais se pode ter uma melhora e do fantástico potencial que a xeronina pode ter.
Existem várias razões do porque o corpo exige o suplemento de proxeronina:
1. Um deles é o esgotamento de micronutrientes do solo, devido as fertilizações químicas.
2. A outra é a nutrição deficiente.
3. Alta atividade ou um estilo de vida estressante.
4. Até mesmo o envelhecimento vai exigir um aumento da necessidade das proteínas.
Para suprir estas necessidades e manter o corpo saudável nós podemos aumentar o suprimento de proxeronina bebendo o suco de Noni e também para superar os efeitos dos baixos níveis de xeronina e restaurar a saudável capacidade de assimilação das proteínas.
Consumidores do Suco de Fruta de Noni já experimentaram os muitos incríveis benefícios que o suplemento de xeronina pode proporcionar para manter um corpo saudável e permitir se recuperar sozinho.
A continuação apresentamos um estudo realizado pelo reconhecido Dr. Neil Solomon, que demonstra os efeitos obtidos no corpo humano ao ingerir suco de Noni. Nesta pesquisa foram estudadas 10.000 pessoas as quais tinham 23 diferentes condições de saúde.

Condição de saúde declarada
# de pessoas que tomaram Noni
Porcenta-gem de pessoas ajudadas
Alergias: diminuição dos sintomas
   948
84%
Anti-Envelhecimento: melhor aparência
   148
78%
Artrites: diminuição dos sintomas
   719
81%
Bem estar: incrementou a sensação de bem estar
 4,561
80%
Melhor Respiração
 2,854
77%
Câncer: diminuiu os sintomas
   889
65%
Depressão: diminuiu os sintomas
   807
77%
Diabetes: Tipo I e II
 2,773
84%
Melhorou a Digestão
 1,593
89%
Incremento de Energia
 8,327
92%
Pensamento confuso e impreciso: ajudou a tornar-se mais claro
   373
88%
Doenças Cardíacas: diminuiu sintomas
 1,123
80%
Pressão Arterial Alta: diminuiu
   938
85%
Rins: melhorou o funcionamento
 2,372
67%
Incremento de Alerta Mental
 2,983
72%
Incremento de Massa Muscular
   816
71%
Obesidade: eliminou o sobrepeso
   284
75%
Dor, incluindo enxaquecas
 4,231
88%
Sexualidade: melhorou o desempenho
 1,608
87%
Sono: melhorou
 1,231
73%
Adição ao Cigarro: eliminou
   452
58%
Estresse: ajudou a enfrentá-lo melhor
 4,113
72%
Fraturas
 1,019
57%
*Porcentagem combinada de pessoas que apresentaram melhora objetiva ou subjetiva de seus signos e sintomas depois de ingerir noni. A maioria das pessoas que usaram noni e não  obtiveram resultados ótimos foram pessoas que tomaram menor dose ou por tempo mais curto do recomendado.

Remédio natural ...
q       Torna a pressão sangüínea regular.
q       Atua como anti-inflamatório.
q       Ajuda a aliviar dores.
q       Aumenta os níveis de energia.
q       Reduz as probabilidades de ataques cardíacos.
q       Limpa e protege o sistema digestivo.
q       Ajuda a prevenir tumores.
q       Incrementa o nível de Melatonina.
q       Eleva as defesas corporais.
q       Nutre o corpo de Alcalóides.
q       Maximiza a potência sexual.
 O descrito nesta folha se baseia na experiência de usuários, bem como estudos realizados em laboratórios independentes ao redor do mundo. Em nenhum momento Earthly Products Inc. dá garantia dos resultados.